( Is. Castro · Goiânia )

Escuta clínica e escrita como modos de dizer o que ainda não tem nome.

Psicanalista, escritora e mestre em psicologia clínica. Trabalho na interseção entre a psicanálise, a literatura e o pensamento contemporâneo — porque o sujeito humano não cabe em uma única linguagem.

Mestrado em Psicologia Clínica
Atendimento presencial e online
Goiânia, Brasil

Epígrafe

"A mulher não nasce mulher, ela torna-se mulher. A mulher terá que parir-se a si mesma, se formatar, se virar."

Comecei a entender o que faço quando percebi que escutar e escrever são, no fundo, o mesmo gesto. Há anos me dedico à tarefa mais exigente que conheço: sustentar com alguém o encontro com o que ele ainda não sabe de si mesmo.

Caderno aberto com caneta-tinteiro sobre escrivaninha de madeira
Fig 01. O silêncio antes da palavra

Minha clínica é construída palavra por palavra, sessão por sessão. Não ofereço respostas prontas nem protocolos de bem-estar. Ofereço presença, escuta e a disposição de atravessar junto o que for necessário atravessar.

Escrevo porque preciso — e porque acredito que alguns textos chegam onde a fala ainda não alcançou.

Três frentes de trabalho

Uma marca, três modos de escuta.

I

Clínica individual

Processo analítico em orientação lacaniana. Adultos em escuta de médio e longo prazo. Presencial e online.

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II

Pais em Paz

Orientação parental psicanalítica. Famílias em novos arranjos. Pais que sentem que o diagnóstico não respondeu tudo.

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III

A Clínica vai até você

Projeto institucional para escolas e organizações. Escuta de educadores, alunos e famílias. NR-1 como oportunidade.

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